Sumiram?


Eu estava tão animada com aquela viagem, estávamos comemorando a nossa formatura, era o final de uma fase o inicio de uma nova, estava com os meus dois melhores amigos do colégio, iriamos passar um mês em uma praia ao sul do pais, um local conhecido por receber pessoas de nossa idade que iam lá pelo o mesmo motivo que o nosso, último período de férias com os amigos do colégio, último período de feria antes de iniciamos nossas vidas adultas, último momento para sermos irresponsáveis, após aquelas férias cada um de nós iria seguir por uma caminho diferente, iria correr atrás de seus sonhos e deixar aquele tempo juntos guardado nas lembranças da infância.

Estamos no hotel a uma semana. Ficamos em um hotel pequeno afastado da praia, nossos pais não podia bancar os grandes hotéis a beira da praia, mas gostamos daquele lugar, estávamos próximos a cidade e a uma floresta, conhecemos os adolescentes do local que nos mostraram coisas que se estivéssemos nos grandes hotéis jamais conheceríamos.

Após um pouco mais de uma semana o grupo de adolescentes que conhecemos lá se ofereceu para nos levar ao local onde eles realizavam as festas, uma mansão em ruínas que fora abandonado no meio da floresta que circundava a cidade. Uma estrada de terra escondida entre as arvores, a vegetação cobria a maior parte da estrada, apenas uma trilha que indicava a passagem de pessoas a pé mostra o caminho. Andamos pela trilha por cerca de vinte minutos, somados aos quinze que levamos na estrada principal, foi uma caminhada boa e por causa dela estava cansada e limpando o suar do rosto levei um tempo para olhar com atenção o local.

 A primeira impressão que tive da tal ruína fui que aquilo era qualquer coisa menos uma ruína, a casa estava muito bem cuidada, a grama a frende da casa estava aparada, as trepadeira nas paredes estavam botadas, as janelas limpas e inteiras, havia moveis na varanda e sem duvida saia fumaça da chaminé da mansão, não era exatamente uma mansão uma casa grande com dois andares sim, longe de ser uma mansão olhando pelo o lado de fora a suspeitei que existe quarto ou cinco quartos andar superior sem dúvida os cômodos no andar superior deveriam ser amplos e confortável pelo o tamanho das janela que  que cobriam toda a parede.

Meu único pensamento ao olhar a cara daqueles que nos levaram ali e já conheciam o lugar era correr para longe daquela casa, a cara deles era de surpresa, eles não esperavam por aquilo mas nem um dos três admitiu isto, continuaram andando em direção da casa, quando vi meu amigos seguinte os dois senti um aperto em meu coração mas não poderia deixá-los ir até aquela casa sozinho.

Quando eu era criança eu sofri uma acidente de carro com minha mãe, deste acidente ganhei uma perna manca e uma aparelho ortopédico que seria meu companheiro pelo o resto de minha vida, logo não consigo correr nem andar muito rapto, sim um erro uma pessoa com esta dificuldade seguir para um lugar como aquele, mas por este motivo meus amigos não estranhara quando fiquei para trás, a caminhada ate lá foi longa e eles sabia que poderia estar com dor em minhas pernas, não era o caso a muito tempo que caminhadas como aquela não me causavam dor, mas usei isto para ficar afastada algo naquela casa me deixo assustada, claramente algo estranho estava acontecendo ali, um de nosso novos amigos se deixou ficar para trás também com a desculpa de ver se eu estava bem, quando estávamos a uma certa distancia dos outro ele me perguntou gentilmente.

-Acho que nos devíamos ter falado que a caminhada era longa para você, mas como você age como se não usasse isto achamos que poderia se chatear coma gente. -Ele mantinha um belíssimo sorriso no rosto, confesso que me aproximei dele por aquele sorriso encantador, soube que havia algo errado quando o vi sem o sorriso no rosto tentei responder com o meu tom de voz habitual, mas desconfio que não fui capaz disto.

-Caminhada não são problemas para mim, mas qualquer um me vence em uma corrida com facilidade, eu apenas não estou me acostuma com o calor que faz neste lugar. -Parei e olhei para ele que fez o mesmo, então tentando mante a voz calma perguntei.-  este lugar esta diferente da ultima vez que vocês estiveram aqui não é verdade? -ele soltou um longo suspiro, olhou para casa de canto de olho depois voltou a me olhar novamente sem o sorriso e falou com calma.

-Estivemos aqui a menos de uma semana com colegas da escola, a casa estava destruída, sem telhado, sem janelas, as trepadeiras escondia a porta de entrada normalmente entravamos pelas janelas quebradas, apenas uma trilha entre a grama alto levava até a janela pela qual usávamos para entrar, nos mantínhamos a casa limpa por dentro esta mudança em menos de uma semana é simplesmente impossível.

Eu não falei nada apenas olhei para bela casa a minha frente, sim era impossível a casa estar perfeita aquele jeito em apenas alguns dias, o rosto dele mostrava medo eu não acreditava que ele estava mentindo, mas como poderia ser verdade?

Vi nossos amigos superem as escadas da varanda juntos, vi os quarto parado em frente a porta, os ouvir rindo, iria dá o primeiro passo na direção deles, talvez fosse apenas brincadeira dele aquela historia da casa estar em ruínas poucos dias atrás, sem duvida era a casa de um deles era apenas uma peça de mal gosto e quando entrássemos na casa ele iria rir de mim, então um grito veio do grupo, aporta se abriu subitamente e os três foram jogados para dentro como se algo os puxasse, a porta se fecho na mesma hora, e a casa se transformou na ruína que me fora descrita segundos antes, fiquei congelada naquele lugar, meu companheiro correu para a casa, gritava o nome dos quarto desesperado e sem obter resposta, nem um som além o dos pássaros na floresta a nossa volto, ele passou pela janela quebrada que me falara eu ouvia ele gritando do lado de dentro da casa, após algum tempo ele voltou para fora parou na minha frende e caiu chorando a minha frente.

Voltamos para a cidade logicamente minguem acreditou em nos, grupos de busca fora enviados para a floresta atrás de nossos amigos nem um deles foi encontrado, voltei para minha cidade sem saber o que falar para os pais de meus amigos, nem um sinal de nem um deles em lugar algum sumiram dentro da casa.

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