A dona da casa.


Aquele dia começou normal, acordei no mesmo horário que acordo todos os dias, foi ao banheiro tomei uma banho e me arrumei para sair para escola, meu pais estavam na cozinha com minha irmã mais nova  como sempre ela estava fazendo birra para ir para escola inventando várias desculpas para permanecer em casa. Me sentei na mesa me servi de frutas e cereais sem prestar atenção no que ela falava, crianças tem uma ótima imaginação, mas aquele dia minha irmã se superou, conto compreendi o que ela falava não pode deixar de sorrir.

Quando ela não brigou comigo por rir de sua história percebe que ela falava sério, algo a estava incomodando, mas sem duvida o problema dela não poderia ser aquela história, o fantasmas da antiga moradora da casa não poderia ter aparecido no quarto dela durante a noite falando que iria matar toda a nossa família se não fossemos embora naquela dia, dês que nos mudamos para aquela casa ela inventa historias para voltamos para nossa antiga cidade, aquele sem duvida fora um ato de desespero algo devia estar acontecendo na escola nova, alguém a estava perdendo de alguma forma, eu tinha um tempo livre iria passar na área do ensino fundamental iria dar uma olhada no que estava acontecendo com ela, aquilo não poderia ser apenas saudade dos antigos amigos.

 O meu tempo livre coincidiu como o intervalo de minha irmã, eu a encontrei sozinha nas mesas do jardim, as outras crianças corriam pelo pátio e no parquinho ela estava lá sentada sozinha, era o contrario do que me lembrava ela costumas ser a líder das travessuras, sempre  a via rodeada de outras crianças com um sorriso no rosto e uma disposição impossível, algo estava muito errado com ela, a professora dela se aproximou de mim quando me viu parada olhando para ela, os alunos mais velhos não tinham permissão de entra na área das crianças achei que iria levar uma bronca por estar ela, mas a professora veio apenas falar comigo sobre ela.

-Você é a irmã mais velha da Alice, não é? -Fiz um sinal positivo com a cabeça ela continuou a falar. – Na primeira semana sua irmã nem parecia uma criança transferida, normalmente crianças que são transferidas no meio do ano levam um tempo para se adaptarem, ela se enturmou e começou a brincar com todos logo no primeiro dia. Após uma semana ela começou a ficar quieta não tinha o mesmo animo de antes, achei que era saudade dos antigos amigos que logo ela voltaria a brincar com os outros  mas as coisas so foram piorando, a três dias ela passa o intervalo sentada naquele banco sem dar uma risada sem da um sorriso, passo o dia sem falar com minguem. Tentei perguntar se algum aluno fez algo com ela então ela me disse que o problema era a casa nova e não me falou mais nada.  Me diga seus pais estão bem? -Eu olhe para a professora ela realmente estava preocupada se alguém em casa estava maltratando Alice.

-Todas as manhas ela inventa uma história maluca para não vir para a escola, ela relutou muito em vir para esta escola, ela não queria se mudar, achávamos que ela apenas estava protestando quando a mudança, mas hoje de manha ela contou a historia mais maluca, que o fantasma da antiga dona da casa apareceu para ela durante a noite e falou que iria matar todos se não fossemos embora até o final da semana, eu rir da história e ela não brigou comigo soube que ela estava com problema sérios neste momento, vim ver para pegar o aluno que a estava maltratando. – A professora estava com uma cara de surpresa sem dúvidas, olhou para minha irmã algumas vezes depois me pediu para segui-la, foi até a minha irmã e a chamou, nos levou ate a sala de aula fechou as cortina e pediu pra minha irmã tirar a blusa, as costas de minha irmãs estavam com marcas roxas alguém bateu em minha irmã alguém machucou ela e eu só queria naquela momento pegar esta pessoa e  machuca-la também como alguém seria capaz de bater em uma criança.

Então a professora pediu para que eu ficasse em frente a espelho grande n o fundo da sala, pediu para que eu tirasse a minha blusa e olhasse as minhas costa, as mesma marcas que na minha irmã estavam lá, eu não me lembrava como aquelas marcas surgiram em minha costa, eu não havia caído ou qualquer coisa do tipo, a cara da professora era de pavor, ela se sentou em uma cadeira e ficou nós observando Alice veio até mim e falou com a voz tremula.   

-É a mulher da casa, ela esta com raiva que estamos na casa dela, ela nos quer longe, ela bate em nos todas as noite enquanto dormimos, ela quer que nos deixamos a casa ela me falou que matou a outra família, não precisamos deixar a casa antes do sábado, ela disse que no sábado irá matar a todos nós. – A professora se aproximou de nós, me olhou nos olhos e falou.

-Sei que parece loucura o que sua irmã fala, mas esta não é a primeira vez que escuto isto. A cerca de uma ano dois alunos aparecerem com estas mesma marcas um tinha a idade de sua irmã outro era mais novo,  nós tínhamos certeza que o pai batia neles,   como vocês eles haviam se mudado a algumas semanas para escola após a morte da mãe, não é incomum pais descontarem este tipo de dor nos filhos, quando a psicóloga da escola os chamou na sala dela os dos contaram a mesma história, no sábado os três foram encontrados em suas camas com as gargantas cordatas.

A conclusão das autorizadas foi que o pai matara os filhos e depois se matará, todos acharam que a historia dos meninos era uma fantasia para não falar que o pai os agredia,  eu sabia que não era possível os dois meninos combinarem a mesma história e nem um errar eles não demostravam medo ao lado do pai, eles estavam preocupados com o pai eles me pediram para convencer o pai a deixar a casa eles estavam apavorados com a ideia de voltarem para aquela casa. A casa na rua Malliriam número oito.

A professora compreendeu que aquela era a minha casa apenas pela a minha reação, a questão era como convencer os meus pais que precisamos deixar aquela casa? Minha mãe amava a casa, meu pai amava o fato que pelo o tamanho ela pagara barato na casa. Deixei a escola naquela mesma hora fui para a biblioteca da cidade encontrei reportagens sobre o que acontecera com os antigos moradores, pesquisei outras acontecimentos na casa outras cinco famílias encontradas da mesma forma  nos últimos dez anos, como aquela casa não era conhecia como amaldiçoada na cidade após tantas mortes, levei todas as reportagens para casa e esperei pelos meus pais, sentada na mesa de jantar.

Contei como a Alice estava na escola naquela dia, mostrei as marcas em minha costas e nas costas dela, pedi para eles olharem as costas deles, tinham as mesma marcas, mostrei as reportagem contei a história da professora, tinha esperança que eles iriam juntar as nossas coisas na mesma hora e ir para um hotel, para qualquer lugar para longe daquela casa, mas eles não o fizeram minha mãe apenas pegou o telefone e marcou consultas medicas para todos nos para ver o que estava  causando as marcas roxas, e depois ligou para escola para reclamar da professora por colocar medo em nos com histórias sem sentido.

Eu não sabia o que fazer com todas aquelas provas e eles não acreditaram em nós, deixei Alice dormir comigo aquela noite, ela estava apavorada com medo da mulher aparecer novamente. Eu não consegui dormir aquela noite, nem a Alice, não falamos nada, mas sabia que ela estava acordada eu a sentia apertando a minha mão. No dia seguinte minha irmã não contou história alguma para não ir para escola, ela ficou calada a manha toda, eu olhei para minha mãe seria antes de deixar a cozinha para ir para escola eu olhei para meus pais e falei.

-Temos três dias antes do sábado, encontrem uma nova casa antes do sábado, foram cinco família não quero que a nossa seja a sexta, eu irie encontrar um lugar para mim e Alice passar a noite de sábado.

Não falei mais com meus pais durante aquele dia, quando voltamos para casa da escola eles já estavam em casa, claramente estavam discutindo alguma coisas, pararam quando abri a porta. Naquela noite Alice dormiu no meu quarto novamente, a casa nunca esteve tão silenciosa quando naquela noite em minha cabeça eu planeja uma forma de fazer com que todos não estivessem na casa na noite de sábado a opções eram drásticas, mas seria melhor do que todos seremos mortos por uma fantasmas. Eu estava com medo de dormir após uma noite sem dormir não iria conseguir passar outra noite em claro, Alice acabara adormecendo eu sabia que logo iria adormecer também, foi ai que ouvi.

Vão embora da minha casa…. esta é a minha casa não a de vocês…. vão embora sábado será a última noite… deixem a minha casa….”

A voz vinha do corredor, a ouvi aumentando o volume cada vez que ela repedia as frases a ouvir por cerca de quinze minutos ate ouvir a porta do quarto de meus pais se abrirem, ouvir a minha mãe falar o meu nome alto depois um grito de terror, então a voz começou a gritar as mesmas vozes, Alice me abraçara com força, meus pais viram a fantasma, minha mãe entrou em meu quarto seguida pelo o meu pai, ficamos lá abraçados enquanto a fantasma recitava as suas ameaças por toda a noite no corretor, quando amanheceu a fantasmas se foi.

Não precisei do comando de meus pais, me levantei assim que a voz sumiu e comecei a fazer as minhas malas Alice correu para o seu quarto e fez o mesmo, meus pais não brigaram e foram fazer a mesma coisa, ouvir meu pai ligando para um hotel para reservar quartos, na hora do almoço a maior parte de nossa coisa estava empacotadas as penas as mobílias estavam, lá entramos colocamos tudo oque cabia nos carros e partimos para um hotel eu no carro de meu pai e minha irmã no de minha mãe, levamos a maior parte de nossas coisas no carro para não precisamos voltar na casa, iriamos contratar uma empresa de mudança quando tivéssemos uma nova casa para morar nem um de nós queria voltar para a aquela casa.     

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