A adaga dourada.


  Estava em minha casa, aproveitando o inicio de um feriado da cidade, eu estava acostumada a aproveitar aquele feriado para ir visitar a minha mãe em sua casa em minha cidade natal, aquele era o primeiro ano que não poderia realizar aquele viagem era o primeiro anos após falecimento dele por uma doença que se desenvolveu rapidamente não dando tempo para ela se tratar, fazia apenas poucos messes eu ainda estava abalada com tudo, o que não me deu tempo para pensar em fazer qualquer outra coisa.

Durante o feriado a cidade promovia varias atividades, eu nunca participara delas dês que me mudara para aquela cidade então mesmo sem a menor animação para festas eu sabia que seria uma excelente oportunidade para me recuperar de toda a dor e sofrimento pelo o qual estava passando eu precisava me recuperar por ela, eu sabia que minha mãe ficaria infeliz se soubesse que não conseguira seguir em frente.

No primeiro dia do feriado houve uma feira no centro da cidade onde os donos das fazendas ao redor vendiam as suas produções, exibiam seus animais, os artesões da também vendiam os seus trabalhos, além de um show de talentos realizados a noite, conheci muitos de meus vizinhos neste dia, eu não costumava falar muito com as pessoas da cidade ira par ao meu tralho em uma fabrica a algumas horas da cidade, a maioria dos meus colegas de trabalham moravam em uma cidade um pouco maior do que aquele que ficavam mais próxima da fábrica, eu preferir a tranquilidade da cidade pequena, mas nunca havia realmente aproveitado aquela cidade.

Voltei para casa com o coração tranquilo, aquelas horas vendo a produção das pessoas, conhecendo as pessoas era o que eu precisava para esquecer por alguns momentos a minha dor. Quando entrei em casa estava cansada apenas domei um banho fui me deitar. Acordei no meio da noite com luzes estranhas piscando ao lado de fora de minha casa. Foi até a janela ver o que estava acontecendo, as luzes pareciam vir do ginásio da escola da cidade, provavelmente adolescentes que ainda estavam no clima do festival, voltei para a cama.

O dia seguinte era o dia do festival de comida, a maior parte dos moradores estavam em barracas servindo a especialidade culinária de sua família, no centro das barracas um grande tenta com a família mais antiga da cidade que servia sua especialidade o prato mais procurado e mais famoso de todo o festival pessoas de fora da cidade iam para cidade apenas para experimentar aquela refeição, não era um prato luxuoso , um simples ensopado de carne de porco com servido com um licor caseiro de abacaxi.

Fiquei algumas horas na fila para consegui experimentar aquela comida, era a maior porção servida em toda a feira, o copo de licor era igualmente generoso, o sabor não me pareceu tão surpreendente como me fora passado, era um guisado saboroso, me lembra de um que comida na casa de minha mãe, o que me surpreendeu realmente fora o licor, era extremamente saboroso, não tenho palavras para descrever o seu sabor era único, nunca fui chegada em bebidas alcóolicas mas aquela sem duvida tomaria mais com prazer, fui até uma das pessoa que estavam servindo e perguntei se o licor era vendido em algum lugar, deixei a tenta triste ao saber que o licor não era comercializado, sem duvida ele seria muito bem vendido. Fiquei mais supressa ainda ao ver que muitas pessoas deixavam os seus copos quase cheios nas mesas ouvi muitos reclamando que o licor tinha um sabor horrível, ouros elogiavam tanto o guisado que não conseguia ver como poderia ter comido o mesmo prato do que elas.

Novamente naquela noite acordei com fortes luzes entrando pela a minha janela, desta vez eram luzes amareladas me lembravam a cor do licor, novamente vinham do ginásio da escola, eu não sei por que mas sentir a necessidade de ir  até, algo em mim me dizia que eu precisava ir até que algo muito importante estaria acontecendo que eu seria uma louca se ficasse em casa. Me vestir e fui para o ginásio.

Na entrada as pessoas entravam em duas filas no ginásio, uma era mais longa que a outra, eu não sei como nem porque apenas sabia que eu precisava ir para esta fila mais longa, reconheci na outra as pessoas que elogiaram o guisado, eu entrei no ginásio as pessoas lá dentro estavam vestindo capas amareladas, entoavam uma cantiga, as pessoas da outra vila não entravam  ainda, fiquei ali parada não sei disser por quando tempo. Em algum momento algo em mim me vez ir para o fundo do ginásio para uma outra saída, vi os encapuzada dando algumas adagas para algumas pessoas, olhei para a trás as pessoas da outra fila entraram, então eu ganhei uma adaga.

Apenas as pessoas com adagas, as encapuzadas e as pessoas da outra fila estavam no ginásio. Os encapuzados foram para as arquibancadas, no momento em que o ultimo sentou eu senti uma necessidade terrível de matar uma das outras pessoas as que estavam na outra fila, porem eu estava longe delas, corri sem saber por que par aonde elas estavam vi os outros que estavam com as adagas matando aquelas pessoas e naquele momento aquilo não me pareceu errado, eu estava com raiva por ter chego a tempo de fazer o mesmo, então peguei a minha adaga esfaqueei o corpo de uma das pessoas e no mesmo momento desmaiei.

Acertei no dia seguinte em minha casam, uma capa amarela e a adaga estavam sobre a minha cama ao meu lado, com um convite para ir à casa da família do guisado onde minha duvidas seria esclarecias, com a carta na mão fiquei pensando se iria para a reunião, ou se deixaria a cidade naquele mesmo dia ou se usaria a adaga em mim, afinal como eu pode participar daquela matança e ainda sentir prazer em esfaquear alguém que naquele momento eu sabia que ainda estava vida e que fora o meu golpe que tirara a sua vida.

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