O julgamento


 

Era um dia comum em minha vida, um dia como outro qualquer, acordei no meu horário habitual, fui para faculdade assistir a minhas aulas mais tediosas depois fui para o meu estágio, minha rotina não esperava nada se especial naquele dia, estava levemente aliviada por saber que estava chegando ao final do meu curso último semestre, logo seria uma advogada formada poderia volta para minha pequena cidade natal e trabalhar com meu pai em se escritório  tudo ia como planejei  em minha juventude.

Porem aquele não foi um dia comum, aquele não foi maus um dia no meu planejamento perfeito de minha vida , meu ignorei o fato querer impossível fazer um planejamento perfeito, ignorei o fato que existem muitas coisas que são simplesmente impossíveis de serem controladas, vi os meus planos se destruindo por completo, vi minha total incapacidade de agir contra aquela situação de mudar aquele fato que estava transformando a minha vida por completo me obrigando a abandonar meus sonhos, que estava me transformando em uma nova pessoa.

Eu havia ficado no meu estagio até mais tarde, não por uma sobrecarga de trabalho eu gostava de estudar casos antigos, estava intrigada com um em específico um caso de vários assassinados com provas irrefutáveis, qualquer um saberia que aquele homem era o responsável pelos crimes mas mesmo assim ele fora inocentado por unanimidade, convenceu um juro todo de sua inocência mesmo com fotos e filmagem de segurança que mostrava ele matando as pessoas, não havia qualquer dúvida se que ele era nas filmagens, como ele conseguiu ser inocentado?

Voltava para casa da imaginando como ele conseguia aquele feito, algo estava errado alguma informação estava faltando não era possível com todas aquelas provas. O rosto da mãe de unas vítimas ainda estava em minha mente as lágrimas que corriam pelo o seu rosto a dor de ver o assassino de seu filho sair livre do tribunal, era revoltante, eu não estudava para ser promotora, na verdade a área criminal me horrorizava  se tal forma que não via capaz de trabalhar com aqueles crimes nem para acusar nem para defender, não sei estava estudando aqueles casos apenas para os trabalhos da faculdade e nada a mais. Aquele caso em específico mexeu mais comigo do que os outro eu sentir a necessidade de ir atrás de colocar aquele assassino na cadeia, por aquela mãe, ela merecia ver o assassino de seu filho preso.

Naquele dia eu ligara para a promoções do caso, ela deixará de trabalhar após aquele caso, aquele julgamento acabara com ela de várias formas, ela falou comigo como fora o julgamento como ela deve certeza de que o assassino seria considerado culpado, ela vira as expressões horrorizadas dos membros do jure, não parecia existir qualquer chance    de um resultado diferente, ele seria condenado o juiz sem dúvida iria de morte, então chegou a hora da última palavra do advogado de, ele mesmo se representava, ele falou apenas uma frase para o jure, após permanecer calado durante todo o julgamento deixou passar todos os momentos nos quais ele poderia se defender, não foi atrás de nem uma testemunha de defesa tudo estava ao lado da acusação e com apenas uma frase ele conseguiu sair livre do julgamento.

A promotora me contava como fora o julgamento com raiva na voz, quando ela me falou de como ele se levantou no ultimo momento, caminho com o a cabeça erguida, olhou para ele com um sorriso de canto, debochando claramente de seu trabalho durando o julgamento, ele se posicionou de frente para o júri e com uma tom de voz frio apenas falou. “vocês irão me inocentar”, voltou para o seu lugar com andar segurou, o júri saiu para deliberar, em menos de dez minutos eles já haviam tomado a sua decisão, inocente. Ele deixou o tribunal com andar arrogante, passou direto por todos os que estavam do lado de for com apenas um sorriso no rosto, um carro o esperava do lado de fora ele entrou e nunca mais foi visto.

Eu não me conformei como fato dela não conseguir recorrer, de forma alguma, todos os juiz recusaram qualquer forma de recurso ou pedidos de um novo julgamento, pois a promotora não conseguia prova a suas alegações de que o júri provavelmente fora comprado ou ameaçado de alguma forma, mesmo os mesmo dando declarações que sabiam que ele era o culpa e não sabia exatamente o por que que ele inocentarão, eu precisava fazer alfo, pela promotora por aquela mãe.

Eu encontrei em uma cidade não muito longe reportagens sobre assassinados muito parecido com os assassinados pelo o qual aquele homem conseguia ser inocentado, eu sabia que estava tomando um decisão louca, que estaria colocando a minha vida em risco mas eu precisava, eu precisava encontrar aquele homem e saber como ele conseguir com apenas uma frase convencer o júri a inocenta-lo.

Comecei a vagar pelo o local onde os assassinados estavam acontecendo, arriscado de mais mas aquele era a o única pista que tinha dele, eu não sei se foi sorte ou azar, mas o encontrei andando pela a rua tranquilamente, ele carregava uma sacola de compras, andava tão tranquilamente que parecia uma pessoa comum, então eu parei o encarei não por medo mas fiquei completamente intrigada, já se passar quase trinta anos do julgamento e ele ainda parecia um adolescente com seus dezessete ou dezoito anos, talvez fosse o filho do homem que vira nas fotos, mas ele eram simplesmente iguais. Ele não percebera que eu o olhava, continuou a caminhar pela a rua resolvi segui-lo, em minha mente pensava que o filho estava seguindo os passos do pai, assim como eu seguia os passos do meu pai.

Ele entrou em uma rua com casa de classe média com pelos jardins bem cuidados a suas frente, ele entrou em uma casa com uma placa de vendasse na frende. A casa ainda estava com as janelas tampadas por madeiras, não conseguia ver o que tinha dentro da casa, eu não podia ficar parada ali olhando sem duvida chamaria a atenção de quem estava dentro da casa ou dos vizinhos, me virei para ir embora e ali estava ele me olhando com um sorriso sedutor. Congelei por alguns minutos, dei um passo para trás, ele pegou a minha mão olhou em meus olhos e me perguntou.

-Foi você que ligou para a promotora e falou com ela sobre mim por horas?- Eu não me liguei no fato dele falar que falamos sobre ele, eu me vi respondendo a verdade mesmo sabendo que seria um erro que contar tudo para ele poderia me levar a morte, quando terminei de responder as perguntas sobre o que falei com a promotora ele me olhou no olhos por alguns minutos e perguntou com a voz firme. -Você tem certeza de que saber como eu convenci os jurados? -Minha resposta foi curta, apenas um sim, aquilo era o que mais precisava saber pois assim eu conseguiria provar que ele fizera algo com os jurados para conseguir finalmente fazer com ele pagasse por seus crimes. Ele soltou um longo suspiro e falou mais para ele do que para mim e mesmo assim fiz exatamente o que ele falou. -Estou a muito tempo sozinho, está na hora de ter uma companheira venha me siga sem medo.

Ele me levou para dentro da casas, me levou para o andar de cima para um quarto vazio, ele me colocou no centro do quarto, me mantou permanecer parada sem gritar sem sentir medo por que tudo estava bem, eu sentia exatamente tudo oque ele falava que eu deveria sentir, foi aquilo que ele fez como o júri mas como ele conseguir controlar daquela maneira o que eu sentir, o que eu devia fazer, pois eu sabia que precisava correr e deixar aquela casa o mais rapto possível, e mesmo assim eu não consegui deixar o local  ele parou bem na minha frente, eu sabia que algo ruim iria acontecer eu sabia que eu precisa sentir medo mas não conseguia ter medo de nada.

Ele me encarou por alguns minuto, então a vi o rosto dele se transformar, os olhos ficando avermelhado, as veias saltando, os dentes crescente em presas, ele segurou a minha mão me puxou para perto dele, com os dentes ele fez um corte nos próprios pulsos, me forçou a beber o seus sangue, o gosto era amargo desceu pela minha garganta queimando como se fosse um bebia forte de mais, eu estava com um machucado na pernada, que me incomodava ligeiramente, o incomodo sumiu, ele acariciou o meu rosto, beijos o meu pescoço, o mordeu, não sentir a dor, mas sentir a minha vida deixando o meu corpo eu iria morre naquela casa, aos poucos meus olhos foram se fechando o sono parecia me dominar, mesmo sabendo que eu não estava indo dormir eu não estava com medo, estava conformado aquele seria o meu fim, minha vida se acabara eu jamais iria levar o meu diploma para o meu, não iria realizar o meu planos de trabalhar com ele, meu sonho de seguir os passos de meu pai que me criara sozinho após a morte de minha mãe jamais iria se realizar, além de todos os outros tudo estava acabado.

Então acordei no meu quarto, com uma fome que fazia o meu estomago doer, ouvindo cada barulho ao meu redor, sentindo os cheios intensamente, minha companheira de quarto dormia a alguns passos de mim, eu não sei como mais ouvia o coração dele, ouvia o sangue dela correndo em suas veias, sentia o cheiro, naquele momento eu soube o fome que eu sentia era de sangue, eu precisava beber, eu precisava de todo aquele sangue, quando percebia eu já estava sobre ela com as mesas presas que vira no assassino, eu sentir o desespero dela ao acordar perceber o que estava acontecendo que eu estava tirando a vida dela, ascensão de saber que aquela vida agora era minha foi a melhor sensação que sentir, era um êxtase impossível de descrever, sentir quando a vida dela deixou o corpo, o êxtase que sentia foi embira junto com o a vida dela, em mim crescer a necessidade por sentir aquilo por mais uma vez.

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