Apenas saia


Minha historia para muitos é apenas uma alucinação, muitos me consideram louca, um velha sem nação que nunca superou um trauma da adolescência, provavelmente você que esta lendo meu relato irá pensar a mesma coisa, não se preocupe eu não terei raiva de você, talvez se eu estivesse em seu lugar eu pensaria a mesma coisa, sei que é difícil acreditar nisto que irei relatar para vocês muitas vezes eu também acho que tudo aquilo nunca aconteceu, muitas vezes eu concordo com as explicações das autoridades, as vezes penso eu assumir que tudo foi apenas criação de minha cabeça apenas para sair deste lugar, mas hoje sou apenas uma velha sem família o que eu faria fora deste manicômio?

 Minha historia começa como muitas historias que venho em filmes, minha família se  mudara para uma nova casa, meu pai fora promovido, e precisou ir morar em uma nova cidade, ele encontra uma bela casa para morávamos, eu tinha uma quarto só pra mim, um quarto para cada um de meus irmãs éramos cinco, minha mãe tinha o seu próprio atelier de arte no sótão, meu pai podia ter o seu maior passa tempo a jardinagem, me lembro de ouvir ele contar para aminha mãe que não acreditava no preço que pagara em uma casa tão grande e bem cuidada como aquela, as primeiras semanas estávamos felizes com nossa nova morada, mas com o tempo coisas passaram a acontecer.

Primeiro foi minha irmã mais nova, ela passara a acordar no meio da noite totalmente apavorada, chorando descontrolada, gritando e pedindo para sairmos daquela casa. Meus a levaram a médicos naquela época este tipo de coisa não era considerado apenas histeria, histeria pelas a mudança, um calmante iria resolver o problema dela, realmente ela passara a dormir a noite toda, lembro de minha mãe reclamar da dar remédios para dormir para uma criança de apenas três anos, mas após uma semana dela dormindo bem, dela voltar a comer normalmente ela parou de reclamar.

Então começou novamente, mas desta vez com meu outro irmão de cinco anos, desta vez os médicos falaram que era apenas ciúmes da atenção que a nossa irmã mais nova recebera, o calmante também resolveria o problema dele e resolveu. Após três noite dele tomando o remédio foi aminha fez eu já tinha onze anos, então os medico falaram que era as crises femininas da idade, quando eu cassasse iria passar, meus perceberam que os médicos não sabia o que estavam acontecendo com nossa família, não era possível três de nós estamos passando pela a mesma coisas, meu irmão mais velhos de quinze anos fora enviado para a casa de meu outro irmão que já tinha vinte cinco e estava casado morando em nossa antiga casa.

Meus pais decidiram para de nos dar os calmante, nos três acertávamos todas as noites no mesmo horário, eu sabia muito bem por que meus irmão estavam apavorados, por que eles choravam descontroladamente, talvez pela minha idade eu conseguia me controlar contar para os nosso pais sobre o que eu sonhava, meus irmão confirmavam que os sonhos deles eram iguais aos meus.

Nossos sonhos eram com uma coisa, uma forma assustadora que não tenho coragem de descrever aqui, não só pelo o medo, mas por que eu não conheço as palavras que a descreveriam, sei descrever exatamente o que ela me fazia sentir. Era como se algo segurasse o meu coração o apertasse com força,  medo não pavor, pânico, uma urgência gigantesca de correr de fugir daquela casa, aquela não era a nossa casa era a casa daquela criatura daquele horror, eu não gritava mais como os meus irmão pois eu ficava polarizada pelo o medo, congelada, por alguns minutos até ouvir os meus irmão e por saber o que eles estavam sentindo corria ate a cama deles, naquela altura dormíamos todos no mesmo quarto.

Nossos pais não se entregaram, eles não iriam deixar a casa iriam se livrar daquela coisas, então passaram e ir de igreja em igreja atrás de algum padre que soubesse como nos livrar daquele mal, alguns foram até a nossa casa, sentiram a criatura e fugiram dela na mesma hora, meu pais não queria desistir ele queria encontrar alguém capaz de expulsar aquele ser de nossa casa, isto apenas deixava a criatura cada vez mais furiosa, foi quando uma noite ela chegou apenas em meus sonhos, mas desta vez ela não apertou o meu coração não me fez sentir medo, vou a primeira vez que ouvir a voz da criatura. Era um rosnado agudo, metálico, doía o meu ouvido ouvir, me arrepiava profundamente, nunca irei esquecer aquela sensação. O recado foi claro lembro das palavras, não seria difícil não lembra foram fácies e claras “Vão embora ou irão morrer, um por um, um a cada dia”. Quando abri os olhos meu pai estava de pé com uma faca em meu pescoço, a sombra dele sobre a parede atrás de mim tinha a silhueta da criatura, quando ela voltou ao normal meu pai largou a faca e me abraçou.

Naquele momento eu pensei que o tinha convencido a deixar a casa, mais ele não iria deixar aquela ameaça a nossa família passar, ele iria reagir, ele pegou o carro horas depois com um padre de uma cidade vizinha, o pedra reconhecera a criatura era um demônios poderoso segundo o padre, ele rezou por horas pela casa, colocou vários amuletos de proteção em todos os cômodos da casa, ele passou anoite toda na casa, rezando sem parar, quando foi embora garantiu ao meu pai que aquele demônios havia retornado ao inferno que não poderia fazer mais mal algum a nossa família.

Passa duas semanas sem pesadelos, sem problemas alguns, meu pai já pensara em chamar o nosso irmão de volta para casa finalmente tínhamos nos livrados daquela criatura. Não ela ainda estava lá talvez o padre tenha a enfraquecido, foi o que pensei no primeiro momento, mas não fora isto. Ela feio até mim, me disse que eu iria sobreviver iria contar o que acontecerá na casa para que minguem mais fosse até lá, mais que eu iria perde algo valioso para nunca mais esquecer dele, sentir a minha garganta queimarem acordei apavorada dentava grita mais apenas dor, minha voz não saia, os médicos não sabem como, apenas que minhas cordas vocais sumiram, eu perdi a capacidade de produzir qualquer tipo de som, a criatura destruía o meu maior sonho deum dia ser uma grande cantora de rádio.

Mas logico que aquilo não era, quando acordei meu pai estava me amarrando em uma coluna da casa, em minha frende estavam meus irmão e minha mãe, todos com as bocas amordaçadas, as mãos amaradas nas costas ajoelhados a minha frente o medo em seu olhos, novamente a sobrando sobre a parede não era do meu pai, era da criatura, que sorria através do rosto de meus, não era o sorriso aconchegante que meu pai sempre me dava, era algo que me deixava apenas com medo, ele gargalhou com a voz da criatura, eu vi meu irmão se mijar naquele momento o medo dominava a todos. Com a faca meu pai cortou a garganta de cada um deles começando pela minha irmã mais nova, por último a minha mãe, depois ele cortou a garganta de meu pai.

Eu fiquei ali presa por três dias, eu ouvi o telefone tocar na outra sala, por várias vezes, eu não tinha como pedir socorro, não tinha mais voz, estava amarrada fortemente, obrigada a olhar os corpos de minha família a minha frende, obrigada a ver o sangue deles deixando os seus corpos e manchando todo o piso, incapaz de ajudar, incapaz de fazer qualquer coisa, quando ouvi um carro se aproximando meu coração começou a se acalmar, a dor começou a me dominar, quando ouvir a voz de meus irmão abrindo a porta, meu peito era um mistura de alivio, dor e medo, o xerife da cidade estava com ele, assim que entraram eles ficaram paralisado, por alguns minutos tive medo da criatura dominar algum deles e matar meus irmão. Eu vi pela primeira vez a criatura atrás deles no corredor que levava para a cozinha, observando aquela tragédia rindo pela a dor que estava clara no rosto dos meus irmãos, que corriam em minha direção para me abraça, eu tentava gritar para ele irem embora foi ali que soube que nunca mais iria ter a minha voz de volta.

Foi levada para um hospital, passei dias lá os médicos fizeram o possível para me devolver a minha voz, eles não sabiam explicar como eu perdera as cordas vocais daquela forma, a explicação inicial era o trauma, ser amarada em e ver o próprio pai matar a mãe e os irmãos não era algo que uma pessoa poderia passar sem traumas, eu sabia que não era isto, eu queria falar mais não podia, então quando finalmente os meus irmão me levaram papel e caneta e pode escrever o meu primeiro relado, minguem acretido em mim, sem duvida era o trauma, e o que acontecerá em minha casa fora apenas a loucura de meu pai.

O padre que fora em minha casa e colocou todos as relíquia de proteção, que ainda estavam lá intactas, ele fora encontrado em sua paroquia morto coma garganta cordada, suicídio foi o que as autoridades disseram, eu sabia que fora a criatura com raiva por ele ter tentado expulsar a criatura de sua casa. Meus irmão me colocaram neste lugar,  no começo ele vinham me ver, me pediam para parar de escrever estas coisas, parar de acreditar que ele uma criatura do mal, aceitar a versão da policia e sair daquele lugar ter uma vida, eu queria isto mas como poderia atribuir aquelas coisas horríveis ao meu pai se eu sabia que não fora ele?

A casa está lá, mesmo daqui eu sei o que acontece, famílias se mudam para a casa, não ficam mais de alguns messes, soube de outras tragédias parecidas com a de minha família, acidentes inesperados, mortes e horrores acontecendo por lá. Se você é a nova moradora, apenas se mude antes que seja tarde, pois aquela coisa irá lhe matar, irá matar a todos que estejam invadindo a sua casa, se você  realmente mora lá sabe que não sou uma velha louca, você sabe que existe algo na casa, não a desavie apenas saia.  

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