O parque das flores.


Eu estava na estrada a algumas horas, eu realmente não sei por que aceitei aquele trabalho tão longe, a minha comissão seria bem alta eu iria poder iniciar a construção da mina casa dos sonhos, mas eu poderia deixar passar aquele trabalhar, fazer projetos menores e mais raptos e conseguiria o valor que precisa talvez até mais rapto, mais ter o meu nome em um trabalho como aquele era algo inacreditável iria dá um impulso tão grande na minha carreira como eu poderia negar algo assim? Este trabalho iria me ajudar a realizar vários sonhos meus, só que na verdade creio que o que me vez ir par está trabalho não foram a busca pelos meus sonhos ou o meu crescimento profissional, era um simples fuga. Uma fuga de uma sequência de acontecimentos ruins, meu ex-noivo me abandonara para ficar com outra mulher, perdi minha irmã mais nova em um acidente de carro horrível nossos pais morrem quando nos éramos crianças fomos criadas por uma tia de nossa mãe que mal ligava para nós aquele ano estava horrível eu precisava de algo bom em algum aspecto daminha vida é aquele trabalho seria o que iria me dá um empurrão para me reerguer para me reconstruir.

Então lá estava eu dirigindo por uma estrada pequena do interior, indo em direção de uma pequena cidade do interior onde seria construído um parque de flores eu seria a paisagista responsável pela área principal, seria feita uma área para cada tipo de bioma o maior e principal o que receberia as pessoas seria minha responsabilidade eu estava tão empolgada eu iria ficar naquela cidade por um ano para o meu trabalho e trabalho com a os responsáveis pelas outras áreas para fazer uma transição harmoniosa de uma área para a outra além de ajudar a planejar os brinquedos da minha área, era um trabalho longe mais que para as pessoas daquela are seria algo importante para economia, além de valorizar a importâncias da flora no mundo aquele era um trabalho tão importante de farias formas que eu não poderia deixar aquela oportunidade simplesmente passar.

Eu estava quase chegando na cidade quando tive o primeiro sinal que algo estranho acontecia por lá, no primeiro momento achei que era apenas minha imaginação eu estava a várias horas dirigindo estava com sono, não via a hora de chegar na pequena casa na qual eu morraria durante aquele ano que eu iria morar naquela cidade, então quando aqueles vultos passaram por mim eu achei que estava cochilando no volante, me aproximei de um pequeno hotel a beira da estrada eu sabia que falta apenas mais duas horas para chegar ao meu destino mais se já estava cochilando ao volante era melhor eu parar ali e descansar para chegar em segurança no meu destino.

O hotel era bem simples, ele tinha um posto de gasolina e uma loja 24 horas, os quartos vagos eram o mais simples mais como só iria parrar uma noite ali não me importei. Meu quarto ficava no fundo do hotel, longe da estrada a janela dava vista para um campo aberto, o gerente do hotel que me levou até o quarto me contou que aqueles após a construção do parque seria os melhores quartos pois dariam a vista para o quarto. Então antes de me deitar fiquei observando o campo, era um terro bom uma planície com poucas arvores porem grande parecia ser um terreno fértil, o observando o campo ouvir sons de animais selvagem e vi novamente os vultos aquele foi o sinal de voltar para a minha cama e descansar.

No dia seguinte deixei cedo o hotel, dormi bem a noite toda não ouvir os animais ou qualquer coisa no campo atras do hotel, cheguei na casa, uma casinha simples de um andar, tinha apenas um quarto, sala e cozinha, um pequeno banheiro ao lado do quarto, mais tinha um jardim lindo na frente e um quintal achegando no fundo, era uma casa pequena e simples mais me senti bem nela. Eu chegue na cidade uma semana antes do início dos trabalhos, eu queria me ambientará cidade andar pelos os campos e floresta para conhecer o ambiente pois   aquela seria a minha área o bioma nativo daquela cidade a melhor forma para fazer uma boa área era conhecer o que eu encontraria por lá. A casa ficava no limite da cidade próxima ao mesmo campo que vi do hotel, mais do lado oposto com um binóculo pode ver a estrada e o hotel ao longe, pode ver a área determinada para construção ficou claro a escolha do local o terreno era perfeito para qualquer construção me perguntei por que minguem construía nada naquela are até o aquele momento.

Eu já estava a uma semana na cidade conhecera algumas pessoas fiquei sabendo de algumas histórias e lendas da região, o meu colega de trabalho que seria responsável em planejar as historias dos brinquedos da minha are também está lá, era um engenheiro mecânico amante de parque temáticos que estava extremamente animado com aquele projeto e como eu estava mais cedo lá para aprende sobre a história local ele queria criar os brinquedos pensado em casa historia da região eu fiquei feliz que mesmo andes de conhecer meus colegas de trabalho já estavam em certa sintonia, si aquilo com um ótimo sinal para o início de nosso trabalhos.

Nos em encontramos um morador que estava disposto anos levar ate uma are onde o maior conto de terror da cidade acontecia, a mansão das trepadeiras de sangue, um das lendas antigas da região falava de uma antiga mansão que ficava próxima a entrada da floresta do outro lado dos campos, esta mansão aparecia apenas em noites de lua cheia, a sua fachada era coberta por trepadeiras vermelhas como sangue e delas nasciam rosas roxas que brilhavam a luz do luar, quando meu colega ouviu aquela historia viu ali o melhor brinquedo da nossa área, nos iriamos  construir aquela mansão do terror, seria uma montanha russa assombrada a grande atração daquela área, queríamos ver como era a área ver  a vegetação local, os pontos que poderiam deixar o brinquedo mais realista, iriamos tirar fotos para rechiarmos o melhor possível o local da lenda, por isto fomos a noite pois era o ponto auge da lenda.

Chegamos lá por volta das sete da noite, era uma are com as ruina da uma antiga casa, provavelmente era a antiga cede de fazenda, tiramos bastante fotos para enviar para arquitetos e tentamos recriar aquela casa, a lenda dizia que quando a lua se aproximava a mansão se reconstruía, como se tivesse sido construído a pouco tempo e nesta hora monstros deixavam a mansão e corriam pelo os campos e atacavam todos aqueles que ousassem andar pelo campo aquela hora da noite. Quando informamos ao nosso guia que iriamos ficar lá ate esta hora ele ficou branco e falou que iria voltar a cidade e voltaria apenas de manhã para nos pegar, afinal aquele era a noite de lua cheia e ele não seria louco de ficar ali na hora dos monstros. Logico que nós não ligamos para a tolice de uma cidade do interior e aceitamos ficar lá ate o dia seguinte, quando nos deixou ele nós entregamos a sua arma para nos protegermos.

         Eu estava observando a are ao redor das ruinas tirando fotos de flor, cada moita, cada arvore, está feliz em ter aceitado ficar lá ate a manha seguinte eu iria precisar de fotos com a luz do sol para. Eu tinha me afastado um pouco para o campo para tirar uma foto da visão de quem se aproximava da área pelo o campo das ruinas meu colega estava no meio das ruinas atrás de informações sobre como era a casa por dentro.

Eu estava parada na frende das ruinas olhando as fotos que havia tirada quando aconteceu, a luz da lua bateu diretamente nas ruinas, via mansão aparecer na minha frente, uma mansão belíssima com uma fachada coberta por trepadeiras, uma espécie comum para aquela região, na frende canteiros de rosas de varias cores, as janelas nos três andares eram amplas, aporta de entrada era de uma madeira avermelhada, uma varanda na frende com colunas feitas do mesmo tipo de madeira que a porta, quando parei me admirar a beleza da casa me lembrei  dos monstros da deixavam a casa quando ela era revelada pela luz da lua.       

Eu recuei dois passos para trás, foi quando ouvir meu companheiro gritando no fundo da casa, peguei a arma que o morador deixou comigo, mais fiquei paralisada não sabia se corria para o meu companheiro ou se fugia rumo a cidade, monstros me pagariam facilmente e uma arma não varia muita coisa contra monstros. Quando decidi que deveria ir em socorro do meu colega e dei o primeiro passo em direção a casa  fui cercada por homens em mulheres todos com uma beleza única e imaginaria, meu colega estava desacordado nos braços de uma mulher parada de frende para aporta de entrada, foi quando percebi que aquelas pessoas que em rodeavam tinham grande caninos em suas bocas, que suas veias em torno dos olhos estavam saltadas, seu olhos era vermelhos, eram os monstros das lendas, ergui o meu braço com a arma sabia que não poderia tirar em todos, mais eu iria levar um deles comigo antes de morrer.  

Foi quando sentir um deles me agarrando pelas costas, não ouvir passos pela grama apenas sentir as mãos deles em minha cintura, segurando minha cabeça para o lado, ele iria quebra o meu pescoço sem dúvida algum aquele seria o meu fim, mais aí ele sussurrou em meu ouvido “A dor irá passar em alguns dias”. Foi quando eu sentir as presas dele em meu pescoço, eu sentir ele drenando o meu sangue aminha vida, o dor era tão intensa que nem conseguir gritar, ela ira se espalhando pelo meu corpo lentamente e ficando cada vez mais intensa, meu corpo tremia pela dor, estávamos em uma noite de verão minutos atras eu transpirava de calor, mais junto com a dor um frio intenso eu já não sabia a se tremia pela dor ou pelo frio, eu já não tinha consciência de mais nada além da dor o única coisa que desejava era morrer para tudo aquilo de acabar. Foi neste intende em que só pensava em morre que sentir a dor chegar ao meu coração, a dor mais aguda de todos tenho certeza que soltei um grande grito naquele momento um grito que deve ter sido ouvido por toda a cidade então acordei.

Acordei em minha cama, na minha casa na cidade, com um homem a minha frende sentado em uma cadeira que ele pegara na cozinha, eu não sabia o que estava acontecendo comigo, mais ouvias as vozes das pessoas nas casas vizinhas acordando para um novo dia, as cores das coisa a minha volta estavam diferente minha visão estava melhor, eu conseguia focar em determinados pontos como se uma lente de aumento estivesse em meus olhos, me foquei em uma foto de minha irmã e quando percebi não estava mais deitada em minha cama está de pé segurando a foto, no mesmo entrando me dei conto que poderia sentir o cheiro das flores no jardim da frende da casa, e foi ai que um cheiro se sobre saiu, em o mesmo intende estava onde ele vinha um bolsa de sangue que o homem segurava aberta ainda senado na cadeira, bebi todos o sangue naquela bolsa ferozmente, ali eu soube o que acontecerá eles me transformaram em uma deles, eu me tornar um monstro como eles.

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