O Beco


Eu tinha acabado de acordar quando tudo começou, aquele era para ser um dia comum, um dia simples eu iria assistir minhas aulas mais chatas da faculdade, passaria em um mercado e voltaria para meu quarto no dormitório da faculdade, mais nem conseguir chegar a minha primeira aula. Sair do dormitório e fui tomar meu café da manhã em uma pequena lanchonete próxima ao prédio do meu curto, era uma lanchonete pequena, com comida caseira poucos estudantes frequentavam aquele lugar por isto eu gostava de lá era um local tranquilo que conseguia ter um tempo sozinha sem meus colegas nunca levei qualquer um deles lá para ter aquele cantinho só meu.

Quando estava deixando a lanchonete eu ouvi um grito vindo do beco ao lado, eu sabia que seria perigoso, que não era da minha conta, mais uma pessoa pedia socorro, peguei meu celular disquei o numero da emergência e como dedo no botão para iniciar eu ligação eu fui ver o que estava acontecendo. Encontre uma garota, alguns anos mais nova do que eu, ela estava cercada por dois homens e uma mulher, coagida encostada em um canto com paredes de tijolos, disquei naquele momento.

Não tive tempo para recuar e falar com a pessoa que atendei a garota me viu gritou por mim pedindo ajuda para ela, assim que os homens me viram eu não sei como mais um deles já estava atras de mim, me empurrou na direção dos outros, depois segurou o meu braço me fazendo derrubar o meu celular, a mulher se virou para me olhar deu um sorriso de canto de boca se virou para a garota e com uma voz sarcástica falou para ela.

-Você não quis cumprir a sua missão de nos trazer carne nova, mas olhe só as sua suplicas nos trouce uma ótima espécie que pode ser nossa nova isca, vamos ver se você permanecerá viva.

Ela pegou um cristal em seu bolso e o atirou em uma das paredes, uma espécie de portal surgiu na parede ela pegou a garota e a atirou pelo o portal deu espaço para o homem que me segurasse me jogasse para dentro do portal também. Eu caí no chão do outro lado, bate minha cabeça no chão senti o sangue correndo por um corte, fiquei meio tonta com a batida forte, estava assustada, sentia minhas pernas tremendo, eu olhava para o chão estava com medo de olhar ao meu redor eu tinha certeza que não veria coisas boas naquele lugar, estava com vontade de gritar chorar porem eu sabia que nada disto iria me ajudar, eu precisava me acalmar para encontrar uma saída dali de alguma forma.

  Alguém segurou o meu braço novamente me forçou a me levantar, eu estava tonta ainda não consegui ver direito as coisas ao meu redor fui empurrada por uma espécie de corredor de parede de pedras, fui novamente jogada no chão, desta vez eu já estava esperando conseguir impedir de  minha cabeça batesse no chão mais para isto machuquei os meus pulsos para isto, estava novamente no chão machucada, então fechei os meus olhos por um tempo tentei ignorar a falação ao meu redor, mais era difícil já que algumas pessoa queriam me matar. Então uma voz se sobressaiu, alta e clara todas as outras se calaram quando este homem falou, uma voz firme grosa, percebi que alguém se aproximava de mim, novamente fui erguida do chão e fiquei cara a cara com ele.

Era um homem jovem aparentava ter poucos anos a mais do que eu, tinha cabelos compridos preso em um rabo de cavalo, pele pálida, quando olhei nos olhos dele senti um arrepio em minha coluna o medo novamente tomara conta de mim, os olhos dele eram de vermelho vivo, me encava, me analisava, ele sem duvida era um homem bonito atraente, me puxou para perto dele, me coração disparou eu estava com medo mais algo me atraia para ele, minha mente sabia que ele era perigoso que nada de bom iria vir daquela situação que eu precisava reagir sair dali de alguma forma, mesmo sabendo desta coisa mesmo sabendo que provavelmente eu seria morta naquele instante eu sentia uma forte atração por ele, era algo irracional incontrolável eu queria estar ali sendo segurada por ele, ei desejava que ele me beijasse, então com o rosto dele aproximou do meu, eu ao sabia se estava com medo ou feliz.

Mais ele não me beijos, seu lábios se aproximaram do meus, mais foram para o meu pescoço, eu sentir os dentes dele entrando pela a minha pele, dentes afiados como navalhas, no primeiro momento eu não sentir medo me sentir mais tranquila me sentir em paz, então a dor aumentou ele se afastou de mim ficou me olhando nos olhos, enquanto eu sentia a dor sair do meus pescoço como uma teia se espalhando por todo o meus corpo devagar a cada minuto a dor aumentando a casa segundo, a dor em meu pulso e cabeça não eram mais nada comparados aquela dor, eu já não era capaz de ver mais nada ao meu redor, ou ouvir qualquer coisa, apenas a dor estava ali, já não eram teia eu dominava o meu corpo como um todo eu perdi a consciência de qualquer outra coisa, a única coisa que existia era aquela dor, eu estava em um eternidade de dor sem fim.

Sem nem um aviso a dor começou a fazer o caminho contrário, começou a ser uma grande deia que estava sobreo meu corpo foi se retraindo  de volta ao meu pesco, mais sua intensidade era cada vez maior, quando as teias chegaram ao meu pescoço eu tive certeza que iria morrer com aquela dor não era possível que meu coração aguentasse aquela dor ele iria parar de bater naquele instante, eu sentir a ultima batida do meu coração uma batida tão forte que doeu, então eu acordei consciente de tudo que estava ao meu redor, de cada respiração próxima a mim, eu abri os olhos tudo estava mais claro, tudo estava com cores mais vibrantes, cores que desconhecia, tons de coisa que acha ser de uma único tom eram possíveis ser vistas.

Estava em uma cama de lenções mais, uma macieis que eu desconhecia, me sentei meus pulsos estavam curados, minha cabeça não sangrava mais, olhei pela janela vi a lua e as estrelas do lado de fora perdi aquele dia por completo, pensei em minhas aulas, me levantei e quando me vi já estava segurado a maçaneta de uma porta de madeira maciça, sentir um toque em minha mão saltei para o lado oposto da parte tão rapto quando cheguei na porta, a garoto que estava no beco estava ao meu lado ela olhou para mim e falou com uma calma que não me parecia racional para situação que estávamos.

-Fique calma por favor, eu irei lhe ensinar a controlar os seus novos tons, irei te ajudar a se adaptar a sua nova vida, a sua nova forma, você precisa compreender que você não é mais humana.    

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