Dia de verão.


Era uma noite escura, ao se olhar para o céu poderia se pensar que as estrelas se apagaram por completo… Este seria o início perfeito para a minha história, um começo tenebroso, assustador, mais não era um dia de verão, um dia de praia o sol queimava o meu rosto quando  o vi pela primeira vez, naquele momento parecia apenas um homem caminhando tranquilamente pela praia, não para relaxar mais um caminho ele deveria fazer rotineiramente, que al ver as pessoas se divertindo para alguns minutos para observar  talvez para saciar o seus próprio desejo de estar ali se divertindo, o olhei neste momento nos olhos brevemente quando ele seguiu o seu caminho o tirei de minha mente.

Aquele era o primeiro dias das nossas férias em família em uma casa aluga a beira mar, vi aquele homem passar todos os dias por lá no mesmo dois horários de manha cedo e ao final da tarde, ele sempre para próximo à casa onde estávamos  e olhava por alguns minutos para o mar e depois seguia o seu caminho tranquilamente, por algum motivo decorei os horários deles  e sempre parava para observa-lo passar, o que me rendeu após três dias a minha irmã mais nova me atormentado dizendo que estava apaixonada, não irei negar que fui atraída pela beleza e elegância daquele homem mais dizer que estava apaixonada por ele talvez fosse um pouco de mais, ele me intrigava pois não parecia ir trabalhar ou ter presa. Alguns vezes criei algum motivo para estar próxima da calçada por onde ele passava, o rosto dele estava sempre sério com um tom leve de tristeza, tinha curiosidade em saber quem era aquele homem, eu era apenas uma adolescente de dezoito anos ele sem duvida um homem com seus quase trinta anos, sem duvida quando parava lá devia para qualquer outro motivo menos notar a mim e minha família ali.

   O problema foi que eu sou a irmã do meio e aminha irmã mais nova logo foi fofocar com nosso irmã mais velha que ao invés de curtir a última feria em família antes dela casar, ela acho que talvez seria legal me arranchar um romance também, então as duas bolaram uma situação retícula para falarem com ele, existia um motivo para termos escolhido aquela praia passamos as férias, para mim aquela casa não seria temporária, seria temporária mais um temporário mais longe, eu passara na faculdade local meus pais sempre sonham em ter uma casa na praia para a família poder passar as férias juntos naquele momento para eles onde duas de suas filhas iram para longe era fundamental ter um local como aquele. Assim minhas irmãs acharam que seria muito bom pra mim conhecer o homem local que também era bonito e elegante.

Então as duas resolveram deixar a casa correndo no exato momento que ele costumava passar em frente a nossa casa, e obviamente uma delas caiu no chão bem na rente dele, o que me deu mais raiva foi ver os meus pais rindo delas e olhando para mim como se soubessem do plano das duas. Naquele momento além da beleza e elegância ele provou ser um pessoa educada, pois ele assim que percebeu minha irmão indo em direção ao chão logo estava ao lado dele a ajudando, ela deve a cara de pau de fingir machucar o tornozelo e pedir para ele ajudá-la a voltar para a casa, bom ok a coisa deu um pouco ruim para ele pois ela realmente se machucou.

O resultado foi que naquele dia eu não troquei nem uma palavra com ele porem ele passou horas falando como meu pai como era a cidade, o riscos que eu iria correr em morar naquele local, meu pai tinha até o pegou o telefone dele para se precisasse de alguém para me ajudar ou verificar se eu estava bem meu pai poderia falar com ele, se houvesse qualquer interesse de qual quer um dos dois ali já estaria morto, claro que eu sabia que aquele era exatamente objetivo de meu pai, uma pessoa que passa pela a casa diariamente não seria uma má ideia par ao meu pai fazer amizade com esta pessoa para ele ficar tranquilo quando voltasse para casa e me deixasse ali, só que com a mina irmã dando indiretas de outras coisas deixaram a situação completamente constrangedoras, aquele dia se passou juntos com as duas semana em que todos estariam lá comigo.

No dia que minha família foi embora ele passou na casa como todos os dias, mais desta vez ele parou para ver como eu estava, isto se tornar um habito, não vira nada demais pois achava que ele estava apenas fazendo pelo o meu pai eu sabia que eles se falavam as vezes, pra mim todo o mistério tinha passado, diferente de minha primeiras impressões aquele realmente era o caminho dele para o trabalho, e quando voltava sempre para apenas para ter certeza que eu estava bem.

Então em uma noite esta sim talvez escura e fria, quando voltava para casa depois de passar horas na faculdade fazendo uma pesquisa para um trabalho, voltei cansada exausta, mais apesar de ser uma noite escura, porém, apesar da escuridão e do frio eu me sentia bem confortável, o céu estava belo aconchegante, então quando estava quase próxima de minha casa, alguém puxou com força o a alça de minha bolsa, eu não sei por que fiz esta burrice mais ao sentir isto virei e deu um soco na pessoa eu não vi quem era se era homem ou mulher apenas sentir a resposta uma facada em meu abdômen, ouvir um grito atras de mim, depois outros mais já não estava totalmente consciente do que acontecia, apenas sentia a dor da facada  o meu sangue molhando a minha rouba eu estava no chão, depois nos braços de alguém.

Estava com a visão embaçada sabia que estava sento carregada para algum lugar, a pessoa não parecia se esforçar para isto, ouvi o rangido de uma porta se abrindo sentir a dor de ser colocada deitada em algum lugar macio, eu sabia que deveria morrer ali não era possível ser diferente algo em mim me dizia que era impossível sobreviver aquela facada, alguém acariciava o meu rosto   era ele me olhando com dor nos olhos, sussurrou “de novo não, não neste lugar mais esta vez, não irei perder outra mulher que ama assim, não se eu posso evitar.” O rosto dele s e aproximou do meu ele beijo meus lábios pela primeira vez, foi um consola saber que iria morre após alguém quebra a minhas barreiras me fazer admitir mesmo que para mim mesmo o que sentia pena eu não tive forças para retribuir aquele beijo.

Então uma dor nova nasceu em meu pescoço, um dor aguda, lâmina incandescentes entravam pela aminha pele, aquela dor logo se espalhou por todo o meu corpo, eu sentir quando esta dor fez a facada se fechar, sentir todo o meu corpo se aquecer, naquele momento apenas pensava em como a morrer poderia ser tão doloroso, sentir meu pulmão se esforçando para respirar, sentir a ultima batida do meu coração uma batida forte  extremamente doloroso, foi como uma pisca em um instante tudo se acabara no outro meu pulmão voltara a puxar o ar meu coração voltara a bater bem lentamente, algo em min me dizia que aquelas coisa já não eram mais importante, o que me fazia viver naquele momento era outra coisa.

Quando abrir os olhos lá estava ele o homem misteriosa que anta a beira preia, me olhando  não sabia por que mais ele estava ainda mais belo que antes, me lembrei do beijo que ele me dera quando me colocará no vira naquele instante era o sofá de minha casa, lembrei do que ele sussurrou em meus braços e no mesmo instante pulei nele e o beijei nunca havia beijado alguém com tanta paixão com tanta necessidade, eu sentir que ele me queria esqueci completamente do que nos levara para aquele lugar, esqueci que não era possível que estivesse viva ao lado do homem que finalmente aceitará que eu amava, ele deveria estar chorando naquele instante sobre o meu corpo, mais o mar por ele era tão forte que naquele momento eu me esqueci que levara um faca instantes atrás.

Então eu sentir o que era mais forte do o amor que eu sentia por ele, sentir o que domaria a minha vida a partir daquele instante, o que me controlaria de uma forma cruel e impiedosa, um homem um ladrão comum estava na sala ele sangrava porem estava claramente vivo pois eu podia ouvir o pulsar do sangue em suas veias, eu podia sentir o cheiro tentador do sangue dele, da mesma forma incontrolável  que beijei o homem que amava, eu me soltei dele e pulei no outro homem sentir um prazer inexplicável eu velo com medo, ouvir o coração dele acelerado, quando o mordi e comecei a bebero sangue dele e sentir aquele que amava ao meu lado eu sabia que estava exatamente onde eu deveria estar mesmo que eu tivesse me tornado um monstro, dois fora o monstro que me salvara então eu não me importei em tirar a vida do humano para saciar a minha sede o poder estar ao lado do meu amor.                   

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