O ritual


Procurava uma única forma de me libertar, me libertar de uma vida cheia de horrores de uma família onde não um espaço para realizar os meus sonhos, os meus desejos, era uma adolescente típica e revoltada com todos a sua volta, uma adolescente que não sabia nada da vida e achava que tudo no mundo era cruel, que todos a adiavam, que minguem a amava eu era apenas mais uma adolescente como tantos outros.

Aprendi da forma mais cruel que tudo aquilo que eu considerava um horror tinha um propósito, eu estava cansada de viver naquela cidade minúscula, onde cada pessoa sabia quem eu era, sabiam de quem eu era filha e por isto me temiam. Cresci quase sem amigos de fora de minha família. Aquela cidade odiava todos da minha casa, sinceramente se eu fosse um deles eu também odiaria. Uma família antiga de bruxos mais não aqueles bruxos fofinhos que protegem a natureza, os bruxos de filmes de terror, aqueles que causam os piores pesadelos em qualquer um, com poções e encantamentos que podem matar qualquer um em alguns instantes, sim somo só pior tipo de bruxos.

A adolescente revolta em mim que se considerava uma geração mais avançada, que se considerava a conhecedora do novo mundo aquela que iria acabar com as injustiças e com as tiranias que sabia exatamente oque era empatia melhor do que todo mundo, eu iria acabar com os horrores causados pela a minha família seria a salvadora de todos e liberaria as pessoas inocentes daquela cidade e nunca mais seria temida por minguem.

A causa do medo das pessoas pela minha família era o nosso ritual anual, uma pessoa era sacrificada todos os anos para nossa magia se manter forte, bom isto era o que a adolescente que nunca quis realmente conhecer a história da família e da cidade acha, um ato cruel e sem sentido, usado apenas para mostrar para todos o poder que minha família tinha sobre a cidade. Eu não era a única que pensava desta forma, mesmo sento odiada pela a maioria daqueles da minha idade eu encontrei aqueles que me apoiariam para com aquela crueldade sem sentindo, outros que como eu só viam um ato e não se importavam em saber o por que daquele acontecimento que mesmo sabendo o seu motivo ainda o considero cruel.

Me reuni com este outro adolescentes no dia do grande sacrifício, eu sabia exatamente quais eram os passos do ritual, tudo tinha que ser feito na hora certa e da forma exata, nem um item poderia estar fora do lugar, e o ingrediente principal o sacrificado precisava de uma semana de prepara. Ele tinha que beber uma poção durante esta semana, uma poção de fortalecimento de poderes mágicos ou de vitalidade, todo o ano a matriarca da família ia até o altar do sacrifício e falava qual era a poção do ano. Eu era a mestra das poções fui conseguir ser a responsável pela preparação da poção aquele, o que alegrou aminha família os vez pensar que eu finalmente estava entrando no jogo, a minha mãe se sentia tão orgulhosa de mim. Eu aceitei apenas para fazer a poção errada, sabia exatamente como disfarçar que a poção não era a que a pessoa precisava tomar.

O outros que me ajudavam iam ter a sua participação no dia, seriam os responsáveis de salvar a pessoa na hora do sacrifício se alterar a poção não fosse o suficiente. O problema era que eu tinha tanta empatia pela a dor daqueles que perdiam a pessoa no sacrifício que nunca aceitei a participar deles, nunca me preocupei em saber o que a minha família realmente fácil quais eram as verdadeiras motivações daquele ato que nunca achei necessário conhecer melhor pessoas capazes de cometer um ato que eu desconhecia totalmente.

Conviver com a pessoa que seria o sacrifício começou a me mostra que existiam mais coisas, pois descobri que ela se voluntariou para o sacrifício, que sim ela estava com medo porem tinha orgulho de fazer o aquilo ela conhecia muito mais sobre aquele ritual do que eu, porem eu preferir acha que ela fora manipulada ou encantado pela minha família ao invés de realmente a ouvir, eu não iria permitir que alguém me provasse que meu julgamento estava errado.

Chegou o grande dia eu e meus amigos nos sentiam como os grandes salvadores, o ritual iniciou, o sacrificado se despediu de sua família, fiquei com raiva ao ver que nem um deles tentar impedir, nem um deles tentaram salva-lo, como aqueles que o amava poderiam abandonar a pessoa daquela forma, eu estava revoltada com aquela cena. E o ritual não o parou estava subindo ao altar onde seria morto, trocar a poção não fora o suficiente eu e meus amigos corremos para tirar ele de lá. Eu corri gritando

-Isto irá acabar agora não permitirei mais vidas seja tirada pela a gloria de nossa família…- Um urro monstruoso veio do altar, assas de fogo nascerem nele um ser feito de fogo e lava, com uma aparência que nem sei como descrever apareceu por de trás do altar ela olhava a pessoa que seria o sacrifício esta não se surpreendeu como eu, aqueles que a acompanhavam também não apenas eu e meus amigos, o ser monstruoso com uma voz que arrepiava a espinha falou com um fúria congelante, minguem se mexia.

-Não sinto o meu sacrifício, vejo apenas alguém que temem suas veias subsistência que nada me fortalecerão, preciso de energia arcano e vocês ignoraram o nosso acordo, então eu escolherei o meu alimento e pelo o erro de vocês não será apenas um.

 Mão de fogo pegaram a matriarca de minha família, pegaram a família todo do sacrifício ate os filhos ainda crianças dele, os começou, mais a raiva daquele ser não acabou ali ele precisa nos mostrar o quão poderoso ele era, de suas costas grandes bolas de fogo foram lançadas cinco delas, que caíram em cinco cidade diferente destruindo uma grande parte destas cidades e mantando mais de mil pessoas no total, aquele foi o castigo por não preparamos o sacrifício.

Eu fiquei arrasada, tenho pesadelos todos os dias com as crianças sento devoradas, minha arrogância me vez matar de destruir coisa, era minha culpa se eu tivesse ouvido, se realmente tivesse tentando descobri o que acontecia eu saberia que os sacrifícios era para acalmar a fúria de um demônio, se tivesse ouvido saberia que todos na minha minúscula cidade não tinham medo de minha família, tinham medo do demônio que eles tentavam enfraquecer e matar. Se eu tive prestado um pouco mais de atenção na poção que me mantaram preparar eu saberia que aquela poção não apensa aumenta o poder magico, mais tinha um pouco de veneno, minha família e a cidade não estava aumentando o poder os demônios o estava envenenando, o aumento da energia magica e da energia vital era apenas para camuflar as substancia que os estavam enfraquecendo, que o deixariam fraco o suficiente para ataca-lo.

Ao final eu vi que aminha ação de impedir algo que eu considerava cruel, que as pessoas que eu achava que tinham compaixão, na verdade estavam dando a suas vidas para salvar todo o mundo. A minha teimosia destruiu a forma que os meus antepassados encontraram para destruir aqueles demônios, que al consumir o a matriarca da minha família e aquelas pessoas inocentes conseguiu recuperar todo o dano que os que se sacrificaram nos anos anteriores causaram nos demônios, pois os tiranos da cidade não eram a minha família.   

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