A guerreira e o Vampiro


Eu estava cansada voltando para minha casa por uma estrada deserta, acabara de realizar um trabalho que durara muito mais tampo do que eu imaginava, um trabalho que normalmente eu iria atrás de um ajudando ou dois. Isto por que o chefe da vila não queria gastar muito para pagar um mercenário para eliminar o problema dele com monstros, então falou que era apenas um grupo de demônios aquáticos, um serviço simples que eu levaria algumas horas.

Fiquei do lado oposto do rio na orla de uma floresta observando a cabana e imaginando que tipo de monstros poderia fazer daquele lugar o seu refúgio, as possibilidades iam das mais simples as mais terríveis. Só tive certeza com o que eu estava lidando quando anoiteceu. Durante o dia a cabana ficou silenciosa sem nem uma movimentação eu sabia que era um monstro de hábitos noturnos o que estava me preocupando, pois, esta categoria tem poucos monstros fácies de lidar.

Quando o sol tinha se posto de fez e não se podia ver nem um raio de luz, tochas foram acessas na cabana, eu estava longe e mesmo assim pode ouvir o murmúrio de conversa aminada, vi a porta se abri dois homens deixaram a cabana e foram caminha a beira do rio, Vampiros sem dúvida. Vampiros tem vários pontos fracos, fogo e o sol são o principal, se eu soubesse o que era teria colocado fogo na cabana durante o dia, ou eles morreriam no fogo ou na luz do sol se tentassem fugir. O meu único problema seria se um deles fossem amigos de uma bruxa e tivessem uma pedra do sol, mas pelo o silencio na cabana durante o dia não me parecia ser um problema.

Quando cheguei no local onde o chefe da vila falou que os demônios estavam, logo vi que a beira do rio havia uma cabana abandonada, ela tinha um tamanho razoável, o rio não era muito fundo e estreito, claramente aquele não era um rio onde demônios aquáticos fariam o seu nível, eles gostam de grandes lagos profundos, ou rios lardos  e profundos, aquilo era um riacho que poderia atravessar caminhando, mas lá estava a ponte com duas arvores de folhas vermelhas na frende, a c abana de madeira escura abandonado, a carroça   quebrada na frente. As pessoas da vila me terão muitos detalhes da localização eu não tinha como estar no lugar errado.

Enfrentar um Vampiro durante a noite já um problema maior. Antes de serem monstros eles foram humanos, apesar de serem monstros guiados por sua sede de sangue eles mantem a mesma inteligência de quando eram humanos, muitos conseguem até viver entre as pessoas normalmente. Eu não era tola sabia que o melhor a se fazer contra um grupo de vampiros e ainda mais sozinha era esperar, esperar o sol nascer novamente, torcer para que eles não sentissem o meu cheiro na floresta e atacar ao amanhecer.

Escalei uma arvoe alta o máximo que pode, por ser pequena e magra isto foi quase ate o topo da arvore, eu precisava da proteção das árvores para me manter escondida. Eu sabia muito bem que o faro de um vampiro por sangue localizava o seu oponente a vários quilômetros de distância, então sempre me sujas com sangue de animal para enganar, mesmo se houvesse algum animal próximo eles iriam ouvir, a minha única opção era ficar ali no alto da arvore acordada durante a noite toda rezando aos deuses para o vendo não levar o meu cheiro até eles.

Quando os primeiros raios de sol começaram a surgir no horizonte e tocar a minha pele eu soube que estava seguro para descer da arvore. Vampiros além de ter uma audição e olfato extremamente aguçados eles também são fortes, ágil e rapto estão entre os monstros mais difícil de se enfrentar pois além de tudo isto como já disse eles são inteligentes. No caminho para minha casa eu sabia que fora isto que havia esquecido quando estava no topo da árvore.     

Eu desci da arvore e caminhei lentamente em direção a ponte, eu estava atenta as coisas a minha volta, porém mais confiante do que era razoável do que era segura pois diminuiu a minha atenção as coisas a minha volta. Da Orla da floresta o caminho parecia estar livre, não via minguem, eu tinha certeza que todos os vampiros estavam na cabana, como não os vi em nem um momento do lado de fora tinha certe que nem um usava qualquer tipo de proteção contra o sol, sim eu estava errada e não foi apenas pela a informação errada que o chefe da vila me dera.

Quando cheguei na ponte três dos vampiros me cercaram, eles sentiram o meu cheiro na arvore, ou ate quando estava caminhando pelas margens do rio em busca dos demônios aquáticos. O fato era que eles sabiam muito bem de minha presença ali, ficaram na cabana para me enganar, para me fazer pensar que não podiam sair da cabana. Naquele momento me dei conta que minha raiva pelas informações erradas, me fizeram me posicionar em um locar que não me deu uma boa visão da cabana, eu perdi muito das movimentações deles ali, mas naquele momento eu não tinha como lamentar isto eu precisava agir.

Saquei minhas espadas das minhas costas, sou uma guerreira mercenárias meus trajes da guilda deixam claro isto, porem minhas habilidades de combate não são as clássicas da guilda, sou mais ágil que a maioria dos meus colegas, menor, uso armas leves. Então quando peguei minhas espadas e utilizei meus golpes giratória e consegui corta a cabeça de dois dele, outras formas úteis de eliminar um vampiro porem a mais difícil de executar por ser quase impossível de ficar próximo o suficiente para isto, mas eu não era a única que estava muito confiante com a situação eles sem duvida acharam que eu era uma guerreira iniciante devido aos meus erros tolos.

O terceiro Vampiro se afasto assim que viu a cabeça de seus companheiros caindo no chão, soltou para o telhado da cabana, eu sabia que ou ele iria tentar me atacar, enfrentar um vampiro sozinha era algo extremamente arriscado, naquela situação era algo ainda pior, eu estava em campo aberto o fato supressa acabara minha opções para sair dali com vida era poucas e as possibilidade de sucesso eram bem baixas, mais não sou de desistir então fiquem em alerta observando ele, tenta prever qual seria a próxima ação dele.

Felizmente eu não sou uma guerreira solidaria e tenho muitos amigos e companheiros de batalha. Das minhas costas uma flecha de fogo passou pelas minhas costas, Rini, uma elfa poderosa que uma habilidade com arco e flecha de dar inveja a qualquer um. O vampiro estava atento então a flecha caiu no telhado e ele havia desaparecido. Eu recuei para a orla da floresta correndo outras duas flechas foram atiradas para a cabana, o fogo já tomara conta de todo o telhado se haviam vampiros lá eles não teriam opção a não ser fugir se eles tivessem as pedras do sol.

Quando estava quase encostada em uma das arvores, pensando em entra na floresta pois ali seria difícil para o vampiro ir atras de mim, as arvores atrapalhariam a movimentação do vampiro me daria uma chance, com a presença de Rini eu sabia que a possibilidade de sair de lá com vida, mas vampiros são rancorosos, muitos apegados a seus companheiros e matara sem duvida dois deles e se houvesse mais algum deles na cabana provavelmente também estariam mortos, aquele vampiro viria atras de mim e de Rini em algum momento.

Não demorou muito para isto acontecer, eu encontrei Rini na floresta, saímos e voltamos para vila onde morávamos, não tive interesse de pegar o resto do meu pagamento mesmo sabendo que o vampiro poderia ter ido até a vila ele provavelmente sabia que foram eles que enviaram para lá. Andando calmamente pela estrada com Rini ao meu lado, fazendo planos de como iriamos fazer para atrair o vampiro para uma armadilha, ele tinha excelentes planos para estas situações porem nem uma das ideias foram colocados em plásticas pois lá estava o vampiro na entrada da vila segurando a cabeça de duas pessoas que moravam na vila.

A vingança me fazer sentir o mesmo que ele, mais para o azar dele aquelas pessoas eram a mais odiadas da vila, eram ladrões que fizeram mal a muitos e só estavam soltos por serem aliados de algum nobre, por isto minguem colocava a cabeça deles a preço. Eu saquei minhas espadas mais sabia que na companhia de Rini eu não precisaria me preocupar com nada. Estava em casa e Rini não era a minha única aliada Eliot, provavelmente ele que indicou que os dois como pessoas que seriam importantes para mim, amo a forma dele de pensar, e a agilidade em perceber as coisas.

Quando o vampiro jogou as cabeças para os lados e iria iniciar uma corrida para nos atacar um circulo de fogo surgiu em torno do vampiro. Rini pegou seu arco e atirou varias flechas seguidas no vampiro sabíamos que elas não o matariam mais iriam enfraquecer, conhecia muito bem as magias de Eliot e não tive medo de correm em direção ao vampiro e decapita-lo, sabia que o fogo não iria me queimar, aquela era uma de nossas estratégias mais comuns em enfrentamento de vampiros.

Quando chegamos na taverna para tomar uma cerveja e descansar não sabíamos se as pessoas estavam comemorando o fato de termos derrotados um vampiro que atacará a cidade, ou se o vampiro matara dois bandidos. O que eu sabia que iriamos enfrentar a irá dos nobres que gostavam daqueles dois mas naquele momento era hora de descansar e comemora a vitória do dia depois iriamos resolver o problema com os nobres.

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